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    Trabalhadores de Chernobyl correm risco devido aos bombardeios russos, diz AIEA

    Ataques à cidade de Slavutych, onde muitos funcionários da usina moram, causam preocupação à Agência Internacional de Energia Atômica

    Chernobyl, 20 anos depois
    Chernobyl, 20 anos depois Foto: Reprodução/Flickr (Ian Bancroft)

    Sahar Akbarzaida CNN

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    Os bombardeios russos perto da usina nuclear de Chernobyl impediram que os funcionários saíssem e entrassem na instalação, de acordo com o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi.

    A autoridade reguladora da Ucrânia disse à AIEA na quinta-feira (24) que o bombardeio colocava em risco “as casas e as famílias do pessoal operacional que garante a segurança nuclear e de radiação” de Chernobyl.

    No mês passado, as forças russas tomaram o controle da usina nuclear, que fica no norte da Ucrânia e foi cenário do pior desastre nuclear do mundo, e mantiveram funcionários como reféns, segundo autoridades ucranianas.

    A notícia de quinta chega apenas alguns dias depois que os funcionários da usina finalmente conseguiram alternar os turnos e ir para casa depois de trabalhar por quase quatro semanas seguidas.

    Grossi havia dito anteriormente que a equipe de Chernobyl deve poder descansar e alterar o turno, afirmando que este é um “elemento vital para a operação segura e protegida da energia nuclear”.

    Porém, o bombardeio russo na cidade de Slavutych, onde vivem muitos dos trabalhadores da usina nuclear, colocou o pessoal em risco, afirmou a AIEA.

    Slavutych está localizada fora da zona de exclusão que foi criada após o desastre de 1986.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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